Rumo à grande explosão
Em um dos mais audaciosos projetos da ciência, pesquisadores de 80 países simularão o Big Bang – fenômeno cósmico que teria originado o universo.
Hoje a humanidade será contemplada com um dos maiores acontecimentos da ciência nos últimos tempos: a simulação do Big Bang, a grande explosão cósmica que teria dado origem ao universo. É a primeira vez que o homem ousa imitar, reunindo e combinando teorias e elementos de todos os campos da tecnologia, o mais incrível fenômeno astronômico. Ele se desenrolará a 100 metros de profundidade na fronteira da Suíça com a França e envolve a mais gigantesca e fantástica máquina já construída: o Grande Colisor de Hádrons, ou simplesmente LHC (Large Hadron Collider). É ele, o LHC, que vai acelerar prótons a uma velocidade próxima à da luz (300 mil quilômetros por hora) e fazer com eles se choquem entre si em quatro pontos de colisão. O objetivo é promover a desintegração de partículas, para que outras se criem e, a partir daí, tentar responder a perguntas fundamentais para qualquer área do conhecimento humano: como o universo começou? De que ele foi feito? Existem outras dimensões?

Cientistas de mais de 80 países acertaram ao longo da semana passada os detalhes finais dessa missão no Centro Europeu de Física de Partículas (CERN), na região fronteiriça da Suíça com a França. Tudo tem de se dar com extrema precisão. O ligar da máquina, por exemplo, não acontece a um simples apertar de botão – ou seja, ela já vem sendo ligada paulatinamente e o auge desse processo é que ocorrerá na quarta-feira 10. Os diferentes setores do acelerador também estão sendo acionados há muito tempo, em um procedimento que exigiu o seu resfriamento a temperaturas próximas daquilo que a ciência chama de “zero absoluto”: 271 graus Celsius negativos, a mais baixa temperatura a que a física consegue chegar. Esse resfriamento, iniciado em julho, é fundamental para acelerar os prótons no anel principal de uma quilométrica circunferência. Os testes mais recentes, envolvendo a injeção de feixes de prótons por cerca de três quilômetros do circuito, deixaram entusiasmado o responsável pelo Projeto LHC, o cientista Lyn Evans. “Graças a uma equipe fantástica, todas as experimentações ocorreram sem necessidade de reparos”, diz ele. “Esperamos por um sucesso retumbante quando fizermos a primeira tentativa de mandar um feixe por toda a extensão do LHC.” Para se ter uma idéia das dimensões desse megaprojeto, um dos quatro receptores da máquina é maior do que a Catedral de Notre Dame, na França. Outro receptor consumiu, em seu sistema de ímãs, mais ferro do que a Torre Eiffel – dez mil toneladas. Toda essa parafernália está montada em um túnel circular de 27 quilômetros.
Mas como essa maravilha tecnológica pode nos fazer mal? Você pode achar que o LHC só pega uns prótons de merda e brinca de bate-bate… mas ai é que você se engana, estamos diante de um dispositivo que pode gerar as maiores catástrofes já concebidas (ou todas juntas).
Perigos
Dentre as Mega-catástrofes capazes de destruir a Terra (ou até mesmo o Universo) mais prováveis de ocorrem devido a ativação do LHC temos:
Produção de buracos-negros - Estes iriam começar absorver tudo a sua volta, ganhando cada vez mais massa e aumentando seu horizonte de eventos numa taxa que iria destruir por completo nosso planeta, o Sistema Solar e ferrar com nossas vizinhanças. Seriamos atraídos e dilacerados pelos seus intensos campos gravitacionais sem a menor chance de escapatória.
Produção um tipo de matéria mais estável que a matéria comum- Isso converteria toda a matéria comum nessa forma de matéria mais estável, que sabe lá Deus sabe que raio é isso! Mas deve ser ruim…
Produção monopólos magnéticos - Um monopólo seria capaz de gerar linhas de campo magnético abertas, como as linhas de campo elétrico de uma carga positiva ou negativa. No caso magnético isso nunca foi observado, pois esses possuem divergentes iguais a zero[3]. Os campos magnéticos sempre se fecham sobre si mesmos, como um dipólo elétrico (uma analogia com campos elétrico, uma carga positiva e uma negativa a uma certa distância uma da outra).
A produção desses monopólos magnéticos podem induzir um processo de decaimento de prótons, geralmente em um pion e um pósitron, que faria toda a matéria se desestruturar. Até hoje não foi visto nenhum decaimento de prótons e muito menos monopólos magnéticos, apesar de muitos tentarem conseguir obter esses monopólos. Aqui temos uma tentativa que não deu certo: Will it Blend
Iniciar uma transição para um diferente estado de vácuo quântico - Esse vou explicar com a seguinte analogia: Imagine uma bolha de sabão no vácuo e que dentro dessa bolha de sabão está esse nosso cantinho do Universo e que essa coisa absurda esteja em equilíbrio estável. Agora, imagine uma agulha gigante estourando a bolha. LHC = Agulha Gigante.
Produção de uma Fenda Interdimensional - Essa fenda poderia trazer criaturas de outras dimensões para a nossa. Isso pode não ser inteiramente ruim, pois 0,0032% das criaturas interdimensionais são boazinhas. Portanto podemos ter essa sorte e não acabar sendo destruidos por uma raça interdimensional!
Como essa é a única grande catástrofe que poderiamos lutar para não sermos extintos ou escravizados, foram feitas simulações pelos militares para estimar o número de pessoas que sobreviveriam a esse tipo de evento. O jogo Half-Life foi uma dessas simulações e como apenas 22,67% das pessoas que o jogaram conseguiram terminar o jogo sem nenhum cheat code, estima-se pouco menos de 1/4 do população do planeta sobreviveria a esse sinistro.
Todas as anteriores ao mesmo tempo, com a adição de fortes dores abdominais - Essas ocorreriam imediatamente antes de sua morte quase que instantânea.
A comunidade científica está claramente dividida quando o assunto é o LHC. Toda essa agitação se deve ao fato de um grupo achar que o LHC deve ser ligado a qualquer custo, uma vez que ja foram gastas somas praticamente infinitas de verbas nesse projeto e é claro, pelas grandes descobertas que podemos fazer com os dados obtidos com ele. O outro grupo acha que não devemos ligá-lo, pois temem por essas possíveis catástrofes. Eles preferem rifar as peças do LHC separadamente para conseguir dinheiro para um projeto mais benéfico a humanidade, como o Mega Telão de Plasma Lunar – MTPL – que levaria a maravilha do cinema para todos no mundo, onde seriam apresentados os melhores clássicos como: Star Wars, De volta para o futuro, Jogos de Guerra e aqueles filmes dos Ewoks. Também usariam o MTPL como outdoor nos intervalos e toda a renda obtida com as propagandas seriam convertidas em Big Mac´s e camisinhas para todos.
É isso ai, acho que a aula de Fisíca ajudou em alguma coisa para poder explicar como funciona o LHC! ;DD
beijos :*
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Tags: big bang, buraco negro, explosão, fisica, rumo


Prezada espécie ameaçada de extinção,
acredito que os brasileiros já deveriam ter feito uma marchinha de carnaval para o grande colisor. É um ritmo amigável, que poderia nos distrair até o momento derradeiro.
Representando os ideais culturais do meu país, tomei a liberdade de compor um esboço do que pode ser o próximo hino do fim do mundo.
Está no seguinte endereço:
http://queridobunker.wordpress.com/
Peço sua contribuição para melhorar essa letra.
Seja rápido, que nunca se sabe.
um abraço cheio de suingue,
márcio
isso tudo e uma grande palhaçadaa
vai procurar o que fazer toodos vcs !
beijoos e ate mais